01 outubro 2010

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    https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwPC2xj0iPVIlyhc7AQ6r0dpuHOes3MwEb-t0B77mFVmBOO7eab-5PzUx8VCyvFR92QJkrcZNk5OZDuEUUKt0Z6xFe66jqy-r6nLyiWm9Z0cqujbnvzb09ivBOwVfFi1GBLWa3Q_FHZ5k/s1600/areia.jpgEles estavam prestes a se queimarem
    na chama do desejo que os consumiam,
    embriagados pela saudade,
    sentiam a textura de suas peles através
    do atrito que elas produziam.

    Seus corações batiam em um novo ritmo,
    um ritmo de lambada.
    Ali, provavelmente, morreram as dúvidas e as mágoas do passado.
    Neles já não havia vestígios de amores recolhidos e mal terminados de um agora desconhecido passado.

    Entre eles as segundas intenções já não serviam mais como as segundas e sim como as primeiras,
    destiladas em seus incansáveis e prolongados entreolhares,
    eles se perdiam neles mesmos e por lá se encontravam e se perdiam outra vez.

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